Buscar

Cuidamos da sua privacidade

Utilizamos cookies para ver quais páginas você já viu em nosso jornal e para personalizar as propagandas para você. Ao continuar utilizando nosso site, você aceita esse uso. Por favor, leia nossa Política de Privacidade e Termos de Uso.

Procon Anápolis registra 5.592 reclamações em 2026 contra bancos e operadoras

Procon Anápolis (Foto: Divulgação)

O Procon Anápolis divulgou o levantamento das empresas e setores que concentraram o maior número de reclamações em 2026. O órgão realizou 5.592 atendimentos ao longo do ano, atendendo principalmente consumidores anapolinos com idade entre 35 e 50 anos e idosos. As demandas se concentraram em energia elétrica, telecomunicações, comércio varejista e serviços financeiros, com destaque para problemas relacionados a empréstimos consignados, cobranças indevidas, golpes e superendividamento.

Setores com maior volume de queixas

Entre as empresas mais citadas estão Equatorial Goiás, TIM, Telefônica Brasil, Novo Mundo, Itaú, Banco BMG, Banco Bradesco, Caixa Econômica Federal e Banco Pan. Os registros mostram que os consumidores recorreram ao Procon Anápolis por meio de atendimentos presenciais, telefone, WhatsApp, plataformas digitais e Unidade Móvel. A mediação administrativa alcançou 89,4% de resolutividade, permitindo a solução de grande parte dos conflitos sem necessidade de ações judiciais.

Perfil dos consumidores e canais de atendimento

Os dados indicam que o perfil predominante dos reclamantes inclui adultos na faixa etária de 35 a 50 anos e idosos, grupos que frequentemente enfrentam dificuldades com produtos financeiros e serviços essenciais. O Procon Anápolis reforça a importância do registro de reclamações para identificar padrões e orientar ações preventivas junto às empresas envolvidas.

Principais problemas relatados em 2026

As queixas mais recorrentes envolvem dificuldades com contratos de empréstimos consignados, cobranças indevidas e casos de superendividamento. O órgão destaca que a concentração de demandas em poucos setores revela a necessidade de maior transparência e fiscalização por parte das empresas de energia, telecomunicações e bancos que atuam em Anápolis.

Artigo anterior
Mulher é morta a facadas em Anápolis e suspeito é preso em flagrante
Próximo artigo
Investigação de duplo homicídio em Anápolis avança com perícia de celulares e depoimentos

Relacionado à este artigo: