As investigações sobre as mortes de Tatiana Chagas dos Santos e Vanessa Souza da Silva avançam em Anápolis, com foco na perícia de celulares e na coleta de outras provas na residência do bairro Jardim América. Os corpos foram encontrados no dia 21 de junho de 2026, e a atualização do caso ocorreu em 24 de junho, sob condução do delegado Cleiton Lobo, do Grupo de Investigações Homicidas. Nenhuma linha de apuração foi descartada até o momento.
A Polícia Científica realizou análise detalhada de celulares, depoimentos de testemunhas, imagens de câmeras de segurança e laudos periciais na casa onde ocorreram os fatos. Essas etapas permitem cruzar informações e reconstruir a sequência dos eventos com maior precisão. O trabalho segue de forma metódica para garantir a integridade de todas as evidências.
Uma das linhas em estudo envolve possível coação relacionada a dívidas, mas essa hipótese permanece em análise e depende da conclusão das perícias em andamento. O delegado Cleiton Lobo destacou que todas as possibilidades continuam abertas para evitar conclusões precipitadas. A investigação prossegue com rigor técnico e respeito aos prazos legais.
Novos exames laboratoriais e oitiva de outras pessoas devem complementar o material já reunido pelas equipes em Anápolis. As autoridades reforçam o compromisso com a transparência e a busca pela verdade factual. O caso segue em sigilo estratégico até a divulgação oficial de resultados conclusivos.