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Polícia Científica faz operação em presídios de Goiás para ampliar banco estadual de DNA

”Operação in Loco” ocorre simultaneamente em 15 unidades prisionais e prevê a inclusão de mais de 1,4 mil perfis genéticos no sistema de investigação criminal do Estado
Operação In Loco coleta DNA de condenados em 15 unidades prisionais de Goiás (Foto: Polícia Científica)

A Polícia Científica de Goiás realiza neste sábado (23/5), em atuação integrada com a Polícia Penal, a “Operação in Loco”, força-tarefa voltada à coleta de material genético de detentos custodiados no sistema prisional goiano. A ação ocorre simultaneamente em 15 unidades prisionais distribuídas em diferentes regiões do Estado e deve resultar na inclusão de mais de 1,4 mil novos perfis no Banco de DNA da Polícia Científica.

Participam da operação equipes das regionais de Aparecida de Goiânia, Formosa, Itumbiara, Caldas Novas, Rio Verde, Ceres, Uruaçu, Porangatu, Catalão, Iporá, Anápolis, Mineiros, Goianésia, Luziânia e Águas Lindas de Goiás. A iniciativa busca ampliar a capacidade de investigação das forças de segurança por meio do cruzamento de dados genéticos com vestígios coletados em locais de crimes.

Imagem homem de mascara e toca na cabeça Polícia Científica
Polícia Científica presídios Goiás (Foto: Polícia Científica)

O Banco de DNA da Polícia Científica é utilizado na identificação de autores de homicídios, estupros e outros crimes violentos. A ferramenta permite comparar perfis genéticos de condenados com materiais biológicos encontrados em cenas de crimes ou em vítimas, auxiliando investigações que, em muitos casos, permaneciam sem autoria definida. Segundo a Polícia Científica, todas as coletas seguem previsão legal e obedecem aos protocolos técnico-científico e procedimentos da Cadeia de Custódia.

Genética Forense
Após a coleta, as amostras são encaminhadas ao Laboratório de Biologia e DNA da Polícia Científica, onde passam por etapas técnicas especializadas de extração e amplificação do DNA, seguidas de análise em equipamentos de alta tecnologia. A partir desses processos, é obtido o DNA do indivíduo que então é inserido no banco de dados seguindo rigorosos critérios legais e protocolos de qualidade estabelecidos nacionalmente.
O uso da genética forense tem ampliado a capacidade de resolução de crimes no Brasil e no exterior, permitindo que crimes antigos sejam solucionados mesmo anos após sua ocorrência por meio da comparação de vestígios biológicos armazenados. A ferramenta contribui ainda para a resolução de crimes sem autoria definida, a identificação de reincidência criminal e a integração de investigações em diferentes estados do país.

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