A empresa PMK Log foi interditada na manhã de quinta-feira, 07/05/2026, durante a Operação Hefesto realizada pela Prefeitura de Anápolis, no Distrito Agroindustrial de Anápolis (Daia), em Goiás. A ação integrada envolveu a Diretoria de Posturas, Vigilância Sanitária, Endemias, Polícia Civil, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e Detran-GO, identificando irregularidades como falta de inscrição municipal, alvará de funcionamento, alvará sanitário, certificação do Corpo de Bombeiros e contrato com o Detran-GO. A interdição concede 30 dias para regularização, com intimações da Vigilância Sanitária e possibilidade de multas, motivada por riscos sanitários, de segurança e potenciais focos de Aedes aegypti.
A operação revelou ausências graves de documentos obrigatórios, o que levou à interdição imediata da PMK Log. Autoridades identificaram veículos com combustível nos tanques, aumentando o risco de incêndio, e condições que poderiam gerar focos do mosquito Aedes aegypti. Essa fiscalização integrada visa organizar a cidade e proteger a população anapolina, conforme destacaram os diretores envolvidos.
É um trabalho integrado que vem dando certo. Todos têm o mesmo objetivo, que é deixar a cidade mais organizada para a população anapolina.
coronel Marcos Vinícius
Riscos sanitários e de segurança identificados
A falta de regularizações representa um risco de saúde pública, especialmente para empresas vizinhas no Daia, como as de alimentos e medicamentos, que exigem padrões rigorosos. A interdição busca mitigar esses perigos, incluindo ameaças a infraestruturas próximas. Daniel Soares, diretor da Vigilância Sanitária, enfatizou os impactos potenciais.
É um risco de saúde pública. Aqui traz risco para empresas próximas, como de alimentos e de medicamentos, que são criteriosas com esse tipo de trabalho.
Daniel Soares
A Prefeitura de Anápolis reforça que ações como a Operação Hefesto promovem conformidade e segurança, com os 30 dias de prazo permitindo que a PMK Log corrija as irregularidades e evite multas adicionais.