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Equatorial Goiás recorre de condenação por morte de adolescente em Anápolis

Jovem foi atingido por fios soltos na Vila São Vicente
(Foto: Divulgação/Reprodução)

A Equatorial Goiás anunciou que recorrerá da decisão judicial que a condenou pela morte do adolescente Gabriel Lucas Ramos de Oliveira, de 15 anos, ocorrida em outubro de 2024, em Anápolis, Goiás. O incidente aconteceu na região da Vila São Vicente, onde o jovem foi atingido por fios pendentes enquanto pilotava uma motocicleta. O juiz Pedro Paulo de Oliveira, da 5ª Vara Cível de Anápolis, determinou a condenação por considerar que a concessionária não apresentou provas de vistorias ou medidas preventivas na rede de postes.

A morte de Gabriel Lucas Ramos de Oliveira gerou repercussão em Anápolis e destacou questões de segurança na infraestrutura elétrica. De acordo com os autos, o adolescente pilotava uma moto quando fios pendentes causaram o acidente fatal. O juiz apontou a falta de evidências sobre inspeções regulares pela Equatorial Goiás, o que levou à condenação inicial.

A empresa emitiu uma nota oficial rebatendo interpretações da sentença e confirmando a interposição de recurso. A companhia nega qualquer tentativa de responsabilizar a vítima e atribui o problema a fios de telecomunicações, de responsabilidade de outras empresas. O processo judicial segue em tramitação, e a sentença não é definitiva.

Posição da empresa e implicações

A Equatorial Goiás enfatiza que compete a ela a fiscalização e a notificação de irregularidades em ocupações na rede. A concessionária argumenta que identificou não conformidades e notificou as responsáveis, mas o juiz considerou insuficientes as provas apresentadas.

"A distribuidora de energia compete a fiscalização e a notificação das ocupantes sempre que identificadas não conformidades"

Equatorial Goiás

Enquanto o recurso é analisado, o caso levanta debates sobre a manutenção de redes elétricas em áreas urbanas de Goiás. Especialistas em infraestrutura observam que incidentes como esse podem impulsionar melhorias em protocolos de segurança. A Equatorial Goiás mantém sua posição de que agiu conforme as normas, e o desfecho judicial é aguardado por familiares e comunidade local em Anápolis.

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