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Por que a gestão de condomínios virou motivo de alerta para moradores?

Conflitos em Condomínios vem crescendo (Foto: Reprodução)

Para muitos anapolinos, viver em condomínios, sempre foi sinônimo de segurança e praticidade. A ideia de ter uma administração para dividir os custos, contar com regras claras de convivência, à primeira vista, parece uma solução eficiente para a vida em condomínio. No entanto, a realidade enfrentada por muitos moradores tem colocado os administradores e as empresas que administram condomínios no centro de debates, reclamações e até mesmo denúncias graves.

Moradores relatam dificuldade de comunicação com síndicos, decisões tomadas sem consulta prévia, promessas de manutenções que nunca acontece e conflitos constantes que viram frustrações, onde o que deveria facilitar a convivência, acaba se tornando fonte de desconfiança, estresse e desgaste emocional. Entre os principais desafios estão a falta de transparência na prestação de contas, suspeitas de desvios de dinheiro, aumento constante nas taxas condominais, contratos mal explicados, falta de orçamentos e a não fiscalização efetiva que reforçam que ninguém está realmente cuidando do patrimônio coletivo.

Esse cenário se torna mais alarmante, quando episódios extremos ganham repercussão nacional, como o recente caso da empresária que perdeu a vida em um conflito envolvendo o síndico do condomínio. Ou ainda, o escândalo do condomínio de Anápolis, localizado na Vila Jaiara, em que os moradores denunciaram abusos e manobras graves para que o síndico permanecesse na posição mesmo após ser destituído em assembleia, após constatarem uma dívida alta e acumulada desde 2018.

Em outros bairros da cidade, moradores relatam pagamentos de altas taxas sem retorno visível, apropriação indevida de recursos e má gestão. O resultado é um sentimento de impotência: quem fiscaliza quem deveria administrar? Falar sobre gestão condominal é falar de ética, responsabilidade e respeito. Não são apenas boletos, atas e contratos, são histórias e sonhos de famílias que exigem no mínimo a transparência e cumprimento daquilo que estão pagando.

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