A Polícia Científica de Goiás realizou a Operação in Loco no sábado, 23 de maio de 2026, para coletar material genético de detentos em 15 unidades prisionais distribuídas pelo estado. A ação, conduzida em parceria com a Polícia Penal, envolveu equipes das regionais de Aparecida de Goiânia, Formosa, Itumbiara, Caldas Novas, Rio Verde, Ceres, Uruaçu, Porangatu, Catalão, Iporá, Anápolis, Mineiros, Goianésia, Luziânia e Águas Lindas de Goiás, com o objetivo de ampliar o Banco de DNA e fortalecer investigações de crimes violentos.
Execução simultânea nas unidades
As coletas ocorreram de forma simultânea nas prisões, com o material genético enviado imediatamente ao Laboratório de Biologia e DNA. Lá, as amostras passaram por processos de extração, amplificação e análise, resultando na inclusão de mais de 1,4 mil novos perfis no sistema. Essa abordagem coordenada permitiu otimizar o tempo e garantir a qualidade dos dados obtidos em todas as regiões participantes.
Contribuição para investigações
O cruzamento desses perfis com vestígios recolhidos em cenas de crime auxilia na identificação de autores de homicídios, estupros e outros delitos graves. A operação reforça a capacidade das forças de segurança ao integrar informações genéticas de forma sistemática, contribuindo para resolver casos pendentes e prevenir novas ocorrências no estado de Goiás.
Expansão da base de dados
Com a adição dos novos perfis, o Banco de DNA ganha maior abrangência para futuras comparações. A Polícia Científica planeja dar continuidade a ações semelhantes, mantendo o foco na atualização constante do sistema e no apoio técnico às investigações em andamento.