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Depósito da WePink em Anápolis segue interditado após laudo do Lacen

Empresa de Virginia Fonseca foi interditada pela vigilância sanitária
Galpão da WePink em Anápolis continua interditado após laboratório considerar produto “insatisfatório”. (Foto: Reprodução)

O depósito de produtos da WePink em Anápolis permanece interditado mais de um mês após a ação da Vigilância Sanitária de Anápolis. A interdição, iniciada em 17 de abril de 2026 no endereço da Avenida Brasil Sul, foi mantida até pelo menos 30 de maio de 2026 após laudo parcial do Laboratório Estadual de Saúde Pública (Lacen) apontar inconformidade de rotulagem em um produto alimentício. A empresa de Virgínia Fonseca enfrenta exigências de adequação que envolvem licenças, segurança e higiene.

A fiscalização detectou ausência de licenças e alvarás obrigatórios, falta de sistema de combate a incêndios e condições insalubres como sujeira, poeira e mofo no local. Sete produtos, sendo três cosméticos e quatro alimentícios, foram encaminhados para análise de rotulagem, identidade e qualidade microbiológica no Lacen. Essas falhas levaram à interdição imediata e à necessidade de correções estruturais antes da liberação.

Os itens foram transferidos para a TP Distribuições, empresa terceirizada já regularizada, enquanto o depósito original segue interditado. A medida busca garantir a continuidade das operações sem comprometer a segurança dos consumidores. A Vigilância Sanitária de Anápolis e a Prefeitura monitoram o cumprimento das exigências.

Análises do lacen e situação atual

O laudo parcial já confirma problemas de rotulagem em produto alimentício, reforçando a manutenção da interdição. A empresa precisa apresentar soluções para todas as irregularidades apontadas antes de retomar as atividades no endereço original. A situação permanece sob acompanhamento das autoridades sanitárias de Goiás.

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