A chegada de uma adolescente chorando à escola desencadeou uma denúncia de violência sexual e terminou com a prisão de um homem de 34 anos nesta segunda-feira (14), em Corumbá de Goiás. Segundo a Polícia Civil, o investigado é pai da menina, de 13 anos.
A vítima foi percebida em estado de forte abalo emocional por integrantes da direção da unidade de ensino. Ao ser acolhida, contou o que teria acontecido durante o trajeto até a escola. A mãe foi chamada e, após tomar conhecimento do relato, acompanhou a adolescente até a delegacia.
Violência teria ocorrido durante o trajeto
Conforme as informações apuradas pela Polícia Civil, o homem não tinha o hábito de levar a filha à escola, mas insistiu em acompanhá-la naquele dia. No caminho, ele teria tocado as partes íntimas da adolescente, apesar dos pedidos para que interrompesse a ação.
Mesmo em estado de choque, a menina conseguiu registrar parte do ocorrido com o próprio telefone celular. A gravação foi apresentada às autoridades e passou a integrar os elementos analisados durante a ocorrência.
A adolescente relatou ainda que o suspeito teria oferecido R$ 200 para que ela não contasse à mãe o que havia acontecido.
Suspeito foi localizado após diligências
Depois de receber a denúncia e reunir as informações iniciais, a equipe da Delegacia de Polícia de Corumbá de Goiás realizou diligências e prendeu o investigado em flagrante.
Ele foi conduzido para uma unidade prisional, onde permanece à disposição do Poder Judiciário. O homem deverá responder pelo crime de estupro de vulnerável, previsto no artigo 217-A do Código Penal.
A identidade da adolescente e outras informações que possam permitir seu reconhecimento foram preservadas em cumprimento às normas de proteção de crianças e adolescentes.
Como denunciar
Casos suspeitos ou confirmados de violência contra crianças e adolescentes devem ser comunicados às autoridades. Denúncias podem ser feitas à Polícia Civil pelo telefone 197, com garantia de sigilo.
A atenção de familiares, educadores e demais pessoas próximas pode ser decisiva para identificar sinais de violência, acolher a vítima e interromper as agressões.A chegada de uma adolescente chorando à escola desencadeou uma denúncia de violência sexual e terminou com a prisão de um homem de 34 anos nesta segunda-feira (14), em Corumbá de Goiás. Segundo a Polícia Civil, o investigado é pai da menina, de 13 anos.
A vítima foi percebida em estado de forte abalo emocional por integrantes da direção da unidade de ensino. Ao ser acolhida, contou o que teria acontecido durante o trajeto até a escola. A mãe foi chamada e, após tomar conhecimento do relato, acompanhou a adolescente até a delegacia.
Violência teria ocorrido durante o trajeto
Conforme as informações apuradas pela Polícia Civil, o homem não tinha o hábito de levar a filha à escola, mas insistiu em acompanhá-la naquele dia. No caminho, ele teria tocado as partes íntimas da adolescente, apesar dos pedidos para que interrompesse a ação.
Mesmo em estado de choque, a menina conseguiu registrar parte do ocorrido com o próprio telefone celular. A gravação foi apresentada às autoridades e passou a integrar os elementos analisados durante a ocorrência.
A adolescente relatou ainda que o suspeito teria oferecido R$ 200 para que ela não contasse à mãe o que havia acontecido.
Suspeito foi localizado após diligências
Depois de receber a denúncia e reunir as informações iniciais, a equipe da Delegacia de Polícia de Corumbá de Goiás realizou diligências e prendeu o investigado em flagrante.
Ele foi conduzido para uma unidade prisional, onde permanece à disposição do Poder Judiciário. O homem deverá responder pelo crime de estupro de vulnerável, previsto no artigo 217-A do Código Penal.
A identidade da adolescente e outras informações que possam permitir seu reconhecimento foram preservadas em cumprimento às normas de proteção de crianças e adolescentes.
Como denunciar
Casos suspeitos ou confirmados de violência contra crianças e adolescentes devem ser comunicados às autoridades. Denúncias podem ser feitas à Polícia Civil pelo telefone 197, com garantia de sigilo.
A atenção de familiares, educadores e demais pessoas próximas pode ser decisiva para identificar sinais de violência, acolher a vítima e interromper as agressões.