A Polícia Civil de Goiás mobilizou uma força-tarefa para encontrar o corpo da corretora Daiane Alves Souza, 43 anos, em Caldas Novas, após 42 dias de seu desaparecimento. A operação contou com uso do novo helicóptero da corporação e análise de videomonitoramento. O corpo foi localizado em uma área de mata, a cerca de 15 km da cidade.
O síndico do prédio onde Daiane morava, Cléber Rosa de Oliveira, e seu filho, Maykon Douglas de Oliveira, foram presos como suspeitos de homicídio. Segundo a polícia, a motivação do crime está ligada a desavenças comerciais: a família de Daiane havia retirado a administração do prédio do síndico em novembro de 2024, gerando conflitos.

O delegado-geral André Ganga elogiou o trabalho do Grupo de Investigação de Homicídios (GIH) de Caldas Novas, destacando a alta taxa de resolução de casos do grupo. A força-tarefa envolveu também equipes de desaparecidos e inteligência da Polícia Civil. O síndico confessou o crime e revelou ter transportado o corpo em sua picape.