O estado de Goiás alcançou um marco significativo em sua gestão fiscal, com R$ 23,7 bilhões investidos em saúde, educação, infraestrutura, moradias e políticas sociais desde 2019, além de uma disponibilidade de caixa de R$ 9 bilhões. Sob a liderança do governador Ronaldo Caiado e do vice-governador Daniel Vilela, que assumirá o cargo em 31 de março de 2026, o equilíbrio das contas públicas beneficiou 7 milhões de goianos e 246 municípios. Essa recuperação decorre de uma reforma administrativa rigorosa, contenção de despesas e adesão a programas como o Regime de Recuperação Fiscal (RRF) em 2021 e o Programa de Pleno Pagamento de Dívidas (Propag) em 2025, transformando uma herança de dívida de R$ 20 bilhões em um modelo de governança eficiente.
Histórico da crise e recuperação
A crise financeira herdada em 2019 incluía atrasos em repasses e baixa disponibilidade de caixa, o que comprometeu a presença do governo junto à população. Para reverter esse quadro, a administração implementou medidas como fortalecimento da transparência e troca de dívida com o Banco Mundial em 2022, elevando a nota do estado para B+ no Capag em 2025. Essas ações não apenas contiveram despesas, mas priorizaram a integridade fiscal, permitindo investimentos essenciais em áreas críticas.
O cidadão estava rifado. Goiás não era mais dos goianos, era dominado pela bandidagem e pela negociata para assaltar os cofres públicos que chegou ao total colapso, com uma dívida consolidada de cerca de R$ 20 bilhões.
Tivemos de encarar as dificuldades com muita coragem, pensando nos 7 milhões de goianos.
Impactos e perspectivas futuras
O reequilíbrio fiscal reflete uma reforma estrutural que posiciona Goiás como referência nacional, com foco em governança e eficiência. Daniel Vilela, prestes a assumir o governo, destacou que essa solidez garante mais recursos para saúde, educação, segurança e infraestrutura, demonstrando que a seriedade na gestão gera resultados concretos. Com continuidade prevista para 2026, o estado mantém o compromisso de priorizar a população e a transparência.
Isso reflete a solidez do nosso reequilíbrio fiscal. Não foi apenas um corte de custos, mas uma reforma estrutural que priorizou a governança e a integridade das despesas. Com uma gestão eficiente, conseguimos transformar Goiás em uma referência positiva para todo o país.
Teremos mais recursos para investir em áreas essenciais como saúde, educação, segurança e infraestrutura. Isso demonstra que a seriedade na gestão faz o dinheiro aparecer para o que realmente importa.