O vice-governador Daniel Vilela (MDB) lidera a corrida pelo governo de Goiás nas eleições de 2026, segundo pesquisa do Instituto Directa realizada entre os dias 14 e 17 de março e divulgada nesta segunda-feira (23). No cenário estimulado, o emedebista aparece com 37,8% das intenções de voto, abrindo vantagem de 16,4 pontos percentuais sobre o ex-governador Marconi Perillo (PSDB), que soma 21,4%.
Na terceira colocação está o senador Wilder Morais (PL), com 14,2%, seguido pela deputada federal Adriana Accorsi (PT), com 6,1%. O pré-candidato do Partido Novo, Telêmaco Brandão, aparece com 0,4%. Daniel Vilela deve assumir o comando do governo estadual no próximo dia 31 de março e é apontado como candidato à reeleição no pleito de outubro.
Os números confirmam tendência observada em levantamentos recentes. Pesquisa do Real Time Big Data, divulgada na semana passada, também indicou liderança de Daniel Vilela, com 34% das intenções de voto. Na ocasião, Marconi Perillo registrou 24%, enquanto Wilder Morais e Adriana Accorsi apareciam empatados com 12%. Telêmaco Brandão somava 1%.
No levantamento do Instituto Directa, a maior diferença foi registrada na comparação entre Daniel Vilela e Wilder Morais, com vantagem de 23,6 pontos percentuais para o vice-governador.
No cenário espontâneo, quando os nomes dos candidatos não são apresentados previamente, Daniel Vilela também lidera, com 18,2% das menções. Marconi Perillo aparece em segundo lugar, com 7,5%, seguido por Wilder Morais (5,8%) e Adriana Accorsi (4,1%). Telêmaco Brandão soma 0,2%. Outros nomes foram citados por 2,9% dos entrevistados, enquanto 53,5% não souberam ou não quiseram responder.
Em relação à rejeição, Marconi Perillo apresenta o maior índice, com 18,2%. Adriana Accorsi tem 9,1% de rejeição. Daniel Vilela registra 3,2%, enquanto Wilder Morais soma 2,8%. Entre os entrevistados, 8,2% afirmaram rejeitar todos os candidatos e 42,2% disseram não rejeitar nenhum.
A pesquisa ouviu 1,2 mil eleitores em todas as regiões de Goiás entre os dias 14 e 17 de março. A margem de erro é de 2,8 pontos percentuais, para mais ou para menos. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo 05856/2026.